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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Irrita-me Profundamente...Alienadores Paternais

 

   Irrita-me Profundamente Alienadores Paternais. Este tema toca-me de forma muito pessoal, visto que a mãe da minha filha tentou e tenta que a minha filha deixe de gostar de mim. Mas a minha perseverança e amor pela minha filha fez com que eu passasse por momentos que nunca esquecerei.


   Tirei um excerto de um texto publicado num site, denominado Pais para Sempre e que passo a citar:

"O Síndrome de Alienação Parental foi pela primeira vez identificado pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner (1985), no qual se identificam comportamentos por parte de um pai / mãe em manipular o seu filho com a intenção de predispô-lo contra o outro progenitor, cada vez mais frequente depois de um divórcio ou separação e mesmo em famílias não separadas.Este Síndrome é característico em crianças que estejam envolvidos no processo de divórcio/separação, visto que é provocada pelo progenitor responsável pela alienação, mediante uma mensagem e uma programação, constituindo o que normalmente se denomina lavagem cerebral. As crianças que sofrem desta Síndrome, desenvolvem um ódio patológico e injustificado contra o pai ou mãe alienado, e tem consequências devastadoras para o desenvolvimento físico e psicológico destes. Consequentemente a Síndrome afecta também a familiares do progenitor alienado, como avós, tios, primos, etc. Outras vezes, sem chegar a sentir ódio, a SAP provoca nos filhos uma deterioração da imagem do progenitor alienado, resultando em valores sentimentais e sociais menores do que aqueles que qualquer criança tem e necessita: o filho(a) não se sente orgulhoso de sua mãe ou pai como as demais crianças. Esta forma mais subtil, que se valerá da omissão e negação de tudo o que se refere à pessoa alienada, não produzirá danos físicos nos menores, mas sim no seu desenvolvimento social e psicológico a longo prazo, em particular na idade adulta exercerem o papel de pai ou mãe."
In http://pais-para-sempre.blogspot.com Publicada por Mikasmokas em sexta-feira, 24 de Julho de 2009

   Quem passa por esta situação quer seja homem ou mulher, vê na justiça como um meio de conseguir resolver um problema causado pelo progenitor oposto. Até se chegar realmente aos tribunais somos de tal forma ingénuos, pelo menos falo por mim, que pensamos, "Daqui para frente, como ficou escrito em tribunal, tudo vai ser normal". Pois não é bem assim. Alienador um vez, alianador para sempre. É quase uma droga para quem aliena. Com que objectivo? O amor incondicional do filho(a) em "disputa".
   Irrita-me Profundamente uma mãe que diz que ama a filha, fazer o que faz para que a filha deixe de gostar do pai; Irrita-me Profundamente que a felicidade de uma mãe reside no quão mal e deprimido um pai fica aquando de uma regular visita e Irrita-me Profundamente que a Justiça assista a isto tudo e mesmo assim continue a dar guarda a mães que não são equilibradas mentalmente e facilmente deturpam, inventam e enganam qualquer Juiz(a).
   Já passaram quase 4 anos desde a minha separação com a mãe da minha filha, mas desde essa altura e após duas idas a tribunal, tudo continua como se da primeira vez se tratasse. A minha sorte é que a mãe da minha filha está a ficar cada vez menos imaginativa, mas a sua licenciatura em psicologia (sim é psicóloga) ainda lhe dá muitos trunfos para me puder continuar a alienar sempre que puder.
   A minha filha gosta de mim. Eu sinto-o. Mas sei que é um gostar circunstancial, isto é, face à distância que estamos (340 km), quando faço visitas de 15 em 15 dias, ela adora estar comigo, mas adora-me no mundo dela, porque para conseguir trazê-la é difícil e quando realmente vem comigo fica muito insegura, com medo que eu não a leve de volta para a mãe que tanto a domina psicologicamente.
   A designação de Super Pai parece um pouco presunção da minha parte, mas quando eu fazia, aproximandamente, 700 km (ida e volta) para estar com a minha filha e ela assim que me via começava num pranto como se eu tivesse sido o pior pai do mundo, quando lhe tocava na mão e ela evitava o contacto, quando tinha de fazer visitas em que eu apenas assistia à mãe e à minha filha a brincarem porque a minha filha não queria ficar comigo sozinho e depois de estar nesta situação durante 1 hora, despedia-me voltava para trás, isto durante, aproximandamente, 5 meses.
Sim posso considerar-me Super Pai.

   Tenho uma grande fé, em mim, que tudo, um dia, vai ser diferente.

Cumps

4 comentários:

  1. Devo confessar que esta tua situação também me irrita profundamente. E que tenho rezado muito por ti, para que tudo um dia corra pelo melhor e que os fins de semana que passam com ela se tornem em momentos maravilhosos. Eu que amo de uma forma quase irracional o meu filho, não sei como é que uma mulher pode fazer isso à sua própria filha. A tua ex mulher parece-me que deve padecer de graves distúrbios ao transformar uma bonita relação de pai e filha num tormento para os dois. És de facto um super pai e nunca desistas. O amor vence sempre. Bjs da Alex

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  2. Oi Alex. Eu tenho essa esperança, mas ainda tenho muito de penar...enfim...tudo se há-de resolver. obrigado

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  3. Vivo em França e sigo o blog da minha querida sobrinha Alex. Li sobre a triste història quanto à sua menina. Acho absolutamente lamentàvel da forma como a sua ex mulher se comporta consigo. Ela não tem o direito de fazer chantagem e afastà-lo da sua pròpria filha. Sou crente e rezo para que tudo venha a ser melhor para si e que justiça seja feita. Não desanime, a menina não é sò dela também é sua. Tenho duas filhas e sei quanto amor podemos ter por elas ou por eles. De todo o coração desejo que volte a encontrar a maior felicidade com a sua menina.

    Receba a minha sincera amizade

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